Quinta-feira, 29 de Março de 2012
Que causas?

Partido do governo ignora problemas do povo

ZÉ D'ALBUFEIRA                           d.r.

Alguém ouviu falar, no congresso do PSD (o principal partido do governo!), no problema das dificuldades acrescidas da esmagadora maioria dos portugueses, resultantes das más políticas do executivo que visam resolver a crise à custa dos que menos têm e que são mais fáceis de encostar à parede?

Alguém ouviu falar no desemprego que grassa assustadoramente na sociedade portuguesa, conduzindo as famílias para o abismo?

Alguém ouviu falar na política economicista da saúde, superiormente dirigida por contabilistas insensíveis que vêm privando os pensionistas e idosos dos cuidados primários a que têm direito e do acesso aos medicamentos, levando-os a morrer por falta de assistência, quando os responsáveis se desculpam com o frio?

Alguém ouviu alguém afirmar que tem uma estratégia de futuro para o futuro do país?

Não! O que se ouviu e viu foi uma tribuna de políticos virtuais ocupados em proceder a alterações estatutárias em cima do joelho, tecnicamente mal votadas, a forçar a recuos embaraçosos para cumprir a vontade do líder, anulando e repetindo votações como se se tratasse de uma qualquer  assembleia geral de uma qualquer sociedade recreativa localizada algures no Portugal profundo.

Em vez da preocupação com o futuro dos portugueses por parte dos que têm a responsabilidade de governar Portugal rumo ao futuro, assistiu-se a um reprovável exercício de ajuste de contas com o passado recente e o anterior chefe do governo de má memória. Passando – o que é grave! - deliberadamente ao lado do debate do momento: a suposta reorganização (?) administrativa do território à custa da supressão de freguesias. O elo mais fraco para utilizar em sacrifício de vassalagem à troika, mas o que está justamente mais próximo dos cidadãos e representa para estes uma das maiores conquistas de Abril, o poder local.

(Minha coluna de opinião "Antes do mais" no «barlavento» de hoje, 29/03/2012)




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Quarta-feira, 28 de Março de 2012
Polémica

Roubado acordeão

que pertenceu a José Ferreiro Pai

ZÉ D'ALBUFEIRA                           d.r.

Dada a pertinência do assunto e procurando promover a abertura de um espaço de diálogo, não posso deixar de publicar com relevo idêntico ao do post que lhe deu origem, o comentário que se segue.

Acordeão de José Ferreiro Pai. Ao contrário do que o Sr. Sabóia diz, o acordeão não foi roubado. O acordeão foi emprestado, cedido temporariamente e não definitivamente à Casa Museu do Acordeão de Paderne. Logo no inicio do processo, após alerta do prof. Hermenegildo Guerreiro, a Junta de Freguesia de Santa Bárbara de Nexe fez ver ao Governo Civil que a casa do acordeão é Bordeira - Santa Bárbara de Nexe - Faro, foi lá que foi construido, era de lá José Ferreiro Pai, foi lá que mais vezes actuou. O Governo Civil respondeu que era um empréstimo temporário e não definitivo. Pode-se dizer, isso sim, que houve uma tentativa de enganar o Governo Civil para o adquirir não para uma instituição mas sim para uma pessoas a título individual. Por agora, não havendo condições para que o acordeão fique definitivamente em Bordeira, onde não existe ainda um espaço museológio oficial, como também não existe em Paderne, deve ficarno Mudeu de Faro, da rede nacional de museus.

                                                                                               Sérgio Martins



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Domingo, 25 de Março de 2012
Da torre do relógio
Badaladas (*)

Há sempre um lado humorístico nos congressos partidários em Portugal.

No discurso de encerramento da reunião magna do PSD, que hoje terminou, o líder do partido do governo e primeiro-ministro, numa tirada carregadinha de humor, prometeu "acabar com os privilégios dos setores mais protegidos da economia" portuguesa, incluindo a energia, defendendo que todos têm de contribuir para a recuperação do país.

*Onde a realidade e a ficção se cruzam com o humor (negro)...

                                                                                                                                                                       d.r. "JN"



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Sábado, 24 de Março de 2012
Hora de verão

Adiante o relógio esta noite

ZÉ D'ALBUFEIRA                           d.r.

Não se deixe apanhar desprevenido.

Antes de se deitar, esta noite, adiante o relógio 60 minutos. É que à uma da madrugada de domingo o tempo "engole" uma hora, para começar a vigorar a chamada hora de verão.



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Quinta-feira, 22 de Março de 2012
Lamentável

Povo não se revê

ZÉ D'ALBUFEIRA                           d.r.

Não sei se foi do clima, talvez o homem não  esteja habituado a este tempo nesta época, o ministro das polícias veio ao  Algarve, amuou, não quis falar à comunicação social. Mais uma vez, um governante (?) não esteve à altura de representar o povo: representou-se a si próprio. E uma vez mais o povo ficou a saber que com esta gente o país não vai a lado nenhum.
Se ainda restassem dúvidas de que o executivo não serve de facto quem o elegeu, mesmo os pêpêdês que o sustentam (salvo os barões da máquina partidária, obviamente…), este episódio e os precedentes, a demissão do secretário de Estado que lutou contra o escândalo da exploração da EDP sobre os consumidores e o pagamento ilícito à Lusoponte, mostram à evidência e aos crédulos por natureza que só uma minoria de privilegiados se revê nesta governação. Uma minoria de privilegiados a que acresce todo um conjunto de interesses estrangeiros que tem vindo paulatinamente a tomar conta de Portugal. Com especial relevo para a intervenção angolana em sectores vitais da economia e em meios de comunicação que controlam a opinião pública(da), ainda por cima com a cobertura e o apoio indiscriminado do Estado português, que vergonhosamente paga do tão depauperado erário nacional para que nos venham impor a sua lei. Veja-se o caso BPN… Uma nova colonização, no inverso!

Silves

A ausência de um vereador PS viabilizou a aprovação do contestado orçamento do município silvense, que opunha a maioria negativa (3 PS + 1 CDU) à minoria que governa a antiga capital do Algarve (3 PSD). Fruto do acaso ou… arranjinho de última hora? A dúvida permanecerá sempre. Porque, infelizmente, transparência não é coisa que vigore entre os autarcas – a exemplo, aliás, do que se passa ao mais alto nível do poder central.

(Minha coluna de opinião "Antes do mais" no «barlavento» de hoje, 22/03/2012)



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Segunda-feira, 19 de Março de 2012
Dia do Pai

Dia de S. José

ZÉ D'ALBUFEIRA                           d.r.

S. José é o meu santo patrono, o meu padrinho - tanto quanto de milhões de Josés que habitam no mundo.

Quis a sociedade materialista e consumista que este dia fosse, tal como o Natal, o Dia da Mãe e tantos outros, aproveitado para dar loas ao consumo desenfreado, afastando os cidadãos dos princípios norteadores de uma vida equilibrada, material e espiritualmente, como seria desejável rumo à verdadeira felicidade, sem exageros nem metas inatingíveis.

Para assinalar a data de hoje, nada mais apropriado do que o testemunho de um outro José - São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei - também ele elevado aos altares depois de uma vida santificada e consumida na santificação dos outros.

 

A figura de S. José no Evangelho

.

 

Sabemos que não era uma pessoa rica; era um trabalhador como milhões de homens no mundo. Exercia o ofício fatigante e humilde que Deus escolheu também para Si quando tomou a nossa carne e viveu trinta anos como uma pessoa mais entre nós. A Sagrada Escritura diz que José era artesão.

Uma forte personalidade
Das narrações evangélicas depreende-se a grande personalidade humana de S. José: em nenhum momento nos aparece como um homem diminuído ou assustado perante a vida; pelo contrário, sabe enfrentar-se com os problemas, superar as situações difíceis, assumir com responsabilidade e iniciativa os trabalhos que lhe são encomendados.

Não estou de acordo com a forma clássica de representar S. José como um homem velho, apesar da boa intenção de se destacar a perpétua virgindade de Maria. Eu imagino-o jovem, forte, talvez com alguns anos mais do que a Virgem, mas na pujança da vida e das forças humanas.

A pureza nasce do amor
Para viver a virtude da castidade não é preciso ser-se velho ou carecer de vigor. A castidade nasce do amor; a força e a alegria da juventude não constituem obstáculo para um amor limpo. Jovem era o coração e o corpo de S. José quando contraiu matrimónio com Maria, quando conheceu o mistério da sua Maternidade Divina, quando viveu junto d'Ela respeitando a integridade que Deus lhe queria oferecer ao mundo como mais um sinal da sua vinda às criaturas. Quem não for capaz de compreender um amor assim conhece muito mal o verdadeiro amor e desconhece por completo o sentido cristão da castidade.

Todos os dias, trabalho
José era artesão da Galileia, um homem como tantos outros. E que pode esperar da vida um habitante de uma aldeia perdida, como era Nazaré? Apenas trabalho, todos os dias, sempre com o mesmo esforço. E, no fim da jornada, uma casa pobre e pequena, para recuperar as forças e recomeçar o trabalho no dia seguinte.

Mas o nome de José significa em hebreu Deus acrescentará. Deus dá à vida santa dos que cumprem a sua vontade dimensões insuspeitadas, o que a torna importante, o que dá valor a todas as coisas, o que a torna divina. À vida humilde e santa de S. José, Deus acrescentou - se me é permitido falar assim - a vida da Virgem Maria e a de Jesus Nosso Senhor. Deus nunca se deixa vencer em generosidade. José podia fazer suas as palavras que pronunciou Santa Maria, sua Esposa: Quia fecit mihi magna qui potens est, fez em mim grandes coisas Aquele que é todo poderoso quia respexit humilitatem, porque pôs o seu olhar na minha pequenez.

Um homem em quem Deus confiou
José era efectivamente um homem corrente, em quem Deus confiou para realizar coisas grandes. Soube viver exactamente como o Senhor queria todos e cada um dos acontecimentos que compuseram a sua vida. Por isso, a Sagrada Escritura louva José, afirmando que era justo. E, na língua hebreia, justo quer dizer piedoso, servidor irrepreensível de Deus, cumpridor da vontade divina; outras vezes significa bom e caritativo para com o próximo. Numa palavra, o justo é o que ama a Deus e demonstra esse amor, cumprindo os seus mandamentos e orientando toda a sua vida para o serviço dos seus irmãos, os homens.

[Da homilia Na oficina de José, pronunciada por São Josemaria Escrivá a 19-III-1963].

Leia mais AQUI.



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Quinta-feira, 15 de Março de 2012
Quem fala assim...

É uma sobrecarga insuportável para os consumidores.

                                                                  Henrique Gomes (ex-scretário de Estado despedido por

                                                                                          Passos Coelho por ter denunciado a exploração da EDP)



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Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Oportunidade desperdiçada

Dá Deus nozes...

ZÉ D'ALBUFEIRA                           d.r.

Falo por Albufeira, a sempre reclamada capital do turismo quando isso convém, mas o conceito pode ser alargado a todo o Algarve.
Decididamente, não estamos a saber aproveitar a oportunidade que a natureza este ano nos oferece em bandeja dourada: o prolongado estio que tem vindo a ocupar o inverno do nosso descontentamento, convidando à praia e aos banhos e às exposições ao sol - e que promete manter-se primavera fora até ao verão verdadeiro.

Necessitados embora de turistas como de pão para a boca, quer os autarcas quer os empresários ainda não foram capazes de mexer um dedo, manifestar uma intenção, tentar juntar esforços para aproveitar esta dádiva da natureza, abrindo uma ou duas praias à exploração, pondo a funcionar as respetivas concessões, com nadadores-salvadores e tudo, mesmo que pagos em parceria. E chamar a banhos, a preços convidativos – sempre é melhor do que estar fechado! – visitantes estrangeiros e internos que pudessem animar a malta e trazer os tão necessários cobres para dinamização da economia local.

Ainda há pouco decorreu na capital a afamada BTL (Bolsa de Turismo de Lisboa) que, mais uma vez, não passou de uma vulgar feira de vaidades, mas que bem poderia ter sido um veículo privilegiado de expansão desta ideia. Ideias, porém, são o que mais falta nesta gente que nos vem governando à deriva, sem programas concretos rumo ao futuro e sem saber tirar partido de situações surgidas inesperadamente que, bem aproveitadas, nos facultariam alguma benesse coletiva. O problema é que, contra o laxismo a que nos habituaram, é preciso saber agir com oportunidade e ligeireza, coisa que as nossas pesadas máquinas administrativas não permitem que aconteça. Isto para além da total e confrangedora ausência de criatividade, infelizmente arredia das cabeças (bem ou mal) pensantes dos nossos líderes institucionais.

(Minha coluna de opinião "Antes do mais" no «barlavento» de amanhã, 15/03/2012)



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Segunda-feira, 12 de Março de 2012
Inclusão pelo desporto


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Domingo, 4 de Março de 2012
Câmara de Albufeira

Novo roubo na água !

ZÉ D'ALBUFEIRA                           d.r.

É o segundo assalto em pouco mais de um ano. A câmara de Albufeira agrava substancialmente o roubo que vem perpetrando através das tarifas da água. Isto enquanto não cobra aos hotéis, que devem milhares de euros. Leia o que diz o Observatório do Algarve. AQUI.

*foto ALBUFEIRAsempre



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