Terça-feira, 29 de Março de 2016
Aos leitores fiéis

ALBUFEIRAsempre adota novo ritmo

igreja matriz.jpg

                                                                                                                                                                 d.r.

ZÉ D'ALBUFEIRA

O próximo envolvimento num novo projeto paroquial impede-me de manter a assiduidade (quase) diária que vinha praticando no ALBUFEIRAsempre.

Passarei a intervenções mais espaçadas no tempo, sendo que procurarei não exceder uma semana de intervalo entre dois posts.

Conduzido sempre pelo supremo propósito de bem servir Albufeira e os albufeirenses.

Obrigado pelo vosso continuado interesse.



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Domingo, 27 de Março de 2016
JESUS RESSUSCITOU

Aleluia !

ressuscitado.jpg

 



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Domingo, 20 de Março de 2016
Semana Santa

semana santa 2016.jpg

 



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Quarta-feira, 16 de Março de 2016
Antecâmara da liberdade

16 de março de 1974

caldas 16 março.jpg

                                                                                                                                                            d.r.

16 de Março de 1974
Tentativa de golpe militar contra o regime. Só o Regimento de Infantaria 5 das Caldas da Rainha marcha sobre Lisboa. O golpe falhou. São presos cerca de 200 militares, alguns deles decisivamente envolvidos na preparação da "Revolução dos Cravos.

ZÉ D'ALBUFEIRA

Ficou registado na História como o 'Pronunciamento das Caldas' o movimento militar que eclodiu no dia 16 de Março de 1974, em antecipação do vitorioso 25 de Abril - que restituiu a liberdade ao povo português.

Uma coluna militar proveniente do Regimento de Infantaria 5, das Caldas da Rainha, marchou sobre Lisboa naquela que seria uma insurreição abortada. Mas que constituiu o despertar das consciências da esmagadora maioria dos portugueses para a necessidade de mudar o rumo dos acontecimentos, com vista ao fim da ditadura fascista de Salazar e Caetano e à consequente  reposição da Democracia.

A História está por fazer. E dúvidas pairam ainda sobre a verdade dos acontecimentos daquela madrugada do final do último Inverno que antecedeu o glorioso 25 de Abril. Teria havido uma deficiente articulação do Movimento dos Capitães que  programara uma acção revolucionária que levaria ao derrube do regime opressor vigente há mais de quarenta anos em Portugal? Ou teria sido esta insurreição (das Caldas) propositadamente desencadeada como um balão de ensaio para pôr à prova a "paz podre" e a segurança do Estado de então?

O que é certo é que ela teve o condão de assustar o regime e os seus mentores. E de acordar os portugueses, preparando-os para a aceitação sem reservas da Revolução dos Cravos, iniciada com o golpe militar, então bem sucedido, de 25 de Abril de 1974.

Eu estava na tropa na altura. E vivi por dentro, com a ansiedade de quem, absorvendo com sofreguidão o conteúdo do  livro de Spínola "Portugal e o Futuro", esperava a abertura definitiva de Portugal ao mundo.

Aqui expresso a minha profunda gratidão a quantos participaram no movimento militar (abortado) de 16 de Março de 1974 - a partir do qual os portugueses acreditaram na conquista da Liberdade. Obtida, finalmente, graças aos militares que, enquadrados por heróicos Capitães, fizeram o 25 de Abril com generosidade e romantismo e sem derramamento de sangue.

* Com "Odivelas/Posto de Comando do MFA"



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Terça-feira, 15 de Março de 2016
Apoios são falácia

Mal de quem precisa

cheia.jpg

                                                                                                                                                               d.r.

ZÉ D'ALBUFEIRA

Nós gostamos de ser portugueses e temos orgulho nisso.

Mas, na verdade, vivemos num país terceiromundista com um Estado (dito) Social de merda!

Uma pequena parte dos habitantes são os todo-poderosos-donos-disto-tudo, outra grossa fatia são os políticos, corruptos, que aspiram a fazer parte do grupo dominante - e a restante esmagadora maioria dos portugueses são os animais de trabalho, que tudo dão, a quem tudo tiram, e cujos direitos não passam de enunciados da Constituição quase sem valor prático.

Quando um de nós, a esmagadora maioria, é vítima de um dano inesperado da natureza ou acometido de doença que o impossibilita de trabalhar, os do poder, começando na mais ínfima autarquia, a fregueia, e acabando no nível superior da governação, o que fazem é assobiar para o lado.

Ao nível do concelho, é confrangedor como os detentores do poder local se alheiam do infortúnio dos concidadãos, ignorando as duras realidades que os atingem, pese embora o anúncio exagerado e artificioso da abertura de uma cantina social com pompa e circunstância ou a criação de medidas de apoio aos necessitados, quase sempre inconsequentes, mas mediatizadas até mais chega visando a colheita de trunfos eleitorais.

A catástrofe que atingiu Albufeira em 1 de novembro, fez vítimas as mais diversas, sendo que algumas por si próprias ou com indemnizações de seguros pagos a peso de ouro ou com recurso a financiamentos caros conseguiram erguer-se da tragédia e continuar a vida comercial que é o seu múnus.

Muitos houve, porém, que perderam tudo ou quase tudo. Para esses, não houve nem há apoios atempados do município ou do Estado (dito social).

Refiro-me aos comerciantes (e alguns moradores) que já não têm idade para recorrer ao crédito que o governo agora lhes abriu com taxas de juro e prazos para eles incomportáveis - e àqueles que, tendo idade, não dispõem de meios para assumir compromissos junto dos bancos (ah, pois, porque os empréstimos ora anunciados são contraídos junto da banca comercial...).

Sei de casos de comerciantes que perderam na cheia os pertences de toda uma vida e que, por não puderem continuar a pagar as rendas, entregaram as lojas aos proprietários pondo fim a uma atividade bruscamente interrompida pela intempérie.

No mínimo, lamentável.

 



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Segunda-feira, 14 de Março de 2016
Fotos & legendas

Porto de abrigo

001.JPG

                                                                                        ALBUFEIRAsempre

Podiam ser muito mais barcos...

... se aos pescadores fossem dadas melhores condições portuárias.



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Sexta-feira, 11 de Março de 2016
Junto à Repsol

Muro caído há longo tempo

003.JPG

                                                                                                                           ALBUFEIRAsempre

ZÉ D'ALBUFEIRA

Um muro de pedra desabou há meses perto do Posto de Turismo na principal entrada de Albufeira.

Os destroços continuam amontoados, deixando a quem chega a noção de pouco cuidado na manutenção dos locais públicos.

Sei que me vão dizer que o muro em causa é pertença de privados. Mas quando se trata de cuidar da imagem da cidade pode a autarquia deixar de intervir?



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Quinta-feira, 10 de Março de 2016
Lixo nas ruas

Também culpa de moradores

009.JPG

                                                                                                                            ALBUFEIRAsempre

ZÉ D'ALBUFEIRA

A responsabilidade pela existência de lixo na via pública nem sempre é exclusiva dos serviços municipais.

Há que também atribuir culpas aos habitantes que não cuidam devidamente da higiene urbana., cometendo abusos que a comunidade não pode nem deve tolerar.

A foto documenta o 'depósito´ criado e alimentado por alguns moradores do Rossio junto ao acesso à Estrada da Orada.

Mesmo ao lado de recetáculos adequados...



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Quarta-feira, 9 de Março de 2016
ANO SANTO DA MISERICÓRDIA

Peregrinação da Paróquia de Albufeira

à Sé Catedral de Faro

para receber a Graça do Jubileu

13 de março (domingo)

Se Faro.jpg

Programa

14h30 - Concentração no parque em frente à Câmara de Albufeira

15h00 - Partida para Faro - Sé (concentração junto do Seminário, lado poente)

16h00 - Procissão para a Sé Catedral - Entrada na Sé pela Porta Jubilar - Celebração

             do Jubileu dentro da Sé (celebração da Palavra, passagem pelo Batistério, ora-

             ção do Ano Jubilar, profissão de Fé [Credo])

17h00 - Partida de regresso a Albufeira.

 

NOTA - A Paróquia tem 85 lugares garantidos em dois autocarros, um da Câma-

             ra e outro da Santa Casa da Misericórdia. Serão para as 85 primeiras

             inscrições feitas na Paróquia.

Pede-se a quem tem automóvel que utilize o seu veículo e disponibilize os lugares livres a outros cristãos.



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Terça-feira, 8 de Março de 2016
Poeta e pedagogo

Algarvio João de Deus

nasceu há 186 anos

                          

ZÉ D'ALBUFEIRA

Passa hoje mais um aniversário (o 186º) do nascimento do eminente poeta e pedagogo algarvioJoão de Deus-  a "alma poética do povo português", segundo Eça.  

O aniversário do poeta do amor e autor da "Cartilha Maternal", pela qual gerações de portugueses aprenderam as primeiras letras, é festejado mais uma vez na sua terra natal, a vizinha São Bartolomeu de Messines e em Silves, sede do concelho.

 

Noite de amores

Mimosa noite de amores,

Mimoso leito de flores,

Mimosos, lânguidos ais!

Vergôntea débil ainda,

Tremia! Lua tão linda,

Lembra-me ainda… jamais!

 

Aquela dália mimosa,

Aquele botão de rosa

Dos lábios dela… (Senhor!)

Murchavam… mas, como a lua,

Passava a nuvem… “Sou tua!”

Reverdeciam de amor!

 

E aquela estátua de neve

Como é que o fogo conteve

Que não a vi descoalhar?

Ondas de fogo, uma a uma,

Naquele peito de espuma

Eram as ondas do mar!

 

Como os seus olhos me olhavam,

Como nos meus se apagavam,

E se acendiam depois!

Como é que ali confundidas

Se não trocaram as vidas

E os corações de nós dois!

 

Mimosa noite de amores,

Mimoso leito de flores,

Mimosos, lânguidos ais!

Vergôntea débil ainda,

Tremia! Lua tão linda,

Lembra-me ainda… Jamais!



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