Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Albufeira Sempre

Diário sobre Albufeira.

Albufeira Sempre

Diário sobre Albufeira.

Biblioteca de rua

albufeiradiario, 18.01.23

Junta leva cultura ao Cais

324081076_3395434237444497_8621263245672134256_n.j

                                                                                                                                                                                                              d.r.

ZÉ D'ALBUFEIRA

Tendo em vista "incentivar a leitura e o convívio entre os moradores", segundo a presidente Indaleta Cabrita, a Junta de Freguesia de Albufeira e Olhos d'Água instalou no Cais Herculano, sob a cobertura do antigo mercado do peixe, uma pequena mas prestável biblioteca (antigo armário de eletricidade, recuperado com imaginação), acessível a todos.

O novo equipamento cultural urbano disponibilizará livros e jornais.

1ª e 3ª terça-feira do mês

albufeiradiario, 17.01.23

Mercado volta à Orada

Não se realizou o primeiro mercado, anunciado para esta terça-feira

325853475_712030856957949_7072370848021014748_n.jp

                                                                                                                                                 ALBUFEIRA SEMPRE

ZÉ D'ALBUFEIRA

Venho de visitar o novo recinto para realização dos mercados de levante, em terreno a poente da marina, com bem melhores condições do que o anterior, do Marrachinho.

Parece-me um espaço apropriado, dispondo de boa localização e servido por zona de estacionamento e paragem do Giro/Vamus - o que é bom.

Registo, porém, uma falta (premente) das seguintes estruras, que urge suprir:

- Arruamentos asfaltados para circulação dos utentes;

- Sistema de escoamento das águas pluviais;

- Instalações sanitárias, com águas correntes e demais requisitos de higiene, para feirantes e utentes.

Incompetência

Apesar de profusamente anunciado nos últimos dias (ainda ontem...) pela câmara, através dos meios de comunicação de que dispõe e nas redes sociais, o primeiro mercado, previsto para esta terça-feira - não se realizou.

Não por falta de vendedores, muitos vindos de véspera, nem pelo facto de o espaço ter amanhecido muito enlameado - mas por incompetência da maioria PSD apoiada na muleta PS.

Segundo revelou no local fonte municipal, que pediu o anonimato, o cancelamento deveu-se à falta de um rol atualizado dos feirantes que pretendam ocupar terrado para, de seguida, ser definida a dimensão do espaço a utilizar.

Assim sendo, é caso para perguntar: se não estava feito o trabalho de casa, por quê agendar o mercado para esta data, enganando vendedores e consumidores?

DIÁRIO não diário * Zé d'Albufeira

albufeiradiario, 15.01.23

40131871.jpg

15 de janeiro de 2023

Cedo, ainda no Liceu,  me habituei a admirar e respeitar a profissão de professor, porventura a mais importante na construção do futuro.

Compreendo e aceito as greves, enquanto último recurso reivindicativo dos trabalhadores e desde que promovidas no estrito respeito das leis do Estado de direito. Tal como reconheço e defendo o direito de manifestação popular.

No caso em apreço, lá terão as suas razões os professores em luta.

O que não posso tolerar é a instrumentalização de menores, crianças, empunhando mensagens de apoio à greve.

DIÁRIO não diário * Zé d'Albufeira

albufeiradiario, 14.01.23

carlos lopes comigo.jpg

14 de janeiro de 2023

Quem escreve hoje o meu DIÁRIO não diário é Luis Osório.

Sirvo-me do seu texto no facebook, com a devida vénia, para expressar uma simples mas sentida homenagem ao campeoníssimo Carlos Lopes, nesta hora difícil que atravessa

Rápidas melhoras.

Carlos Lopes está doente, mas estamos aqui

1.
Caro Carlos Lopes.
Sei que estás doente, que te é difícil sair de casa, que de quando em vez ficas triste pelo esquecimento do país, de alguns amigos que julgavas serem amigos, coisas que antes não te passavam pela cabeça.
Desculpa tratar-te por tu.
Acredita que não é por falta de respeito, muito pelo contrário. É mais por uma ideia de pertença, por um sentido talvez desajustado de proximidade, afinal és um dos maiores portugueses da história do desporto.
Como tu, talvez Eusébio e Cristiano Ronaldo.
Talvez Rosa Mota.
Pouco mais.
2.
Escrevo-te este postal para te dizer que não te esqueço.
E como eu milhares de portugueses.
Talvez até milhões que não se esquecem o que fizeste e o que és – sabes bem que uma coisa e a outra não estão necessariamente ligadas.
O que fizeste é esmagador.
Campeão olímpico da maratona.
Campeão mundial e europeu.
Dezenas de medalhas e tantos elogios ao que foste na pista, na estrada, no corta-mato.
O país parava para te ver correr.
Para gritar por ti.
E sabíamos que não falhavas nos momentos decisivos, o teu espírito era inquebrantável, eras duro de roer, o mais completo atleta da história do atletismo até ao momento em que decidiste que terminava.
Foste o último dos europeus a fazer frente à ascensão dos grandes atletas africanos nas provas de resistência. Ias para as maratonas e ganhavas a quenianos, etíopes e marroquinos. O recorde mundial da maratona foi teu durante vários anos.
3.
Mas se aquilo que fizeste é importante, o que sempre foste é-o ainda mais.
Porque és uma parte do que somos enquanto país.
Vieste do povo e nunca te tentaste pôr em bicos dos pés.
Nunca maltrataste ninguém por sentires que o peso das medalhas to permitiria.
Nunca deixaste de ser humilde, de comer nas tascas, de substituíres os teus amigos de sempre por novos amigos.
As vitórias não te afastaram das raízes. Simplesmente tentaste fazer o melhor possível tendo a memória dos que amaste, de onde viste, do sofrimento que te fez mais forte.
É por tudo isso que o teu nome se confunde com uma parte do país que somos.
Um país de gente boa, de gente de antes quebrar que torcer, de gente capaz de comer o pão que o diabo amassou sem perder a capacidade de acreditar no futuro, de fazer o melhor possível, de ser o melhor possível.
4.
É verdade que digo muitas vezes que tudo isso deve ser temperado com uma arrogância positiva que por vezes nos falta, por uma exigência de conhecimento, por uma preparação académica e por um cosmopolitismo que não nos sobra enquanto povo.
Mas tu foste enorme num outro tempo.
Um tempo de dificuldades.
Um tempo até de conformismo porque não ganhávamos nada, só no hóquei em patins que nunca foi um desporto praticado pelo mundo.
Tu foste o nosso primeiro campeão olímpico. Correste com os melhores do mundo e ganhaste.
E enquanto os melhores do mundo treinavam em altitude e tinham todas as condições, tu corrias na segunda circular e até foste atropelado uns dias antes da glória olímpica.
Foste o primeiro, Carlos.
Quando os portugueses eram apenas os que faziam bem o trabalho que mais ninguém desejava fazer, levaste-nos a acreditar que podíamos ser e fazer como os melhores do mundo.
Ofereceste-nos a matéria de que se faz o orgulho.
Obrigado por isso, Carlos Lopes.
Sei que estás doente. Que raramente sais de casa. Que por vezes ficas triste.
Não fiques.
Estamos aqui.
O país não te esquecerá.
LO

DIÁRIO não diário * Zé d'Albufeira

albufeiradiario, 13.01.23

image.jpg

13 de janeiro de 2023

Um passo ainda tímido, sem dúvida. Mas à beira de se tornar um marco importante na transparência do futebol indígena.

Em preparação estará legislação que visa obrigar os donos das SADs a explicar a origem do dinheiro. E, não menos importante, vedar o acesso às administrações a condenados por corrupção.

Bom mesmo, era que tivesse efeitos retroativos...

DIÁRIO não diário * Zé d'Albufeira

albufeiradiario, 12.01.23

image.jpg

12 de janeiro de 2023

O mecanismo de escrutínio proposto pelo PM faz-me lembrar a declaração pela minha honra de que não professo ideias contrárias à ordem vigente com total repúdio pelo comunismo, que na ditadura do Estado Novo impunham a quem pretendia ocupar lugares públicos, ou para isso era convidado.

Uma falácia! Que não impede um qualquer candidato de invocar uma herança da mãezinha, o empréstimo de um amigo ou qualquer outro estratagema desculpabilizador.

DIÁRIO não diário * Zé d'Albufeira

albufeiradiario, 09.01.23

img_900x508$2015_12_16_10_10_00_502255.jpg

09 de janeiro de 2023

É de bradar aos céus!

Quando os treinadores portugueses dão cartas lá fora, havendo-os também, competentes, no desemprego - a nossa Federação vai contratar um espanhol para o cargo de selecionador nacional.

Será que este senhor, em termos de desempenho profissional e conhecimento do futebol luso, consegue superar, ou mesmo igualar, os de cá?

Ou aceitará ele condições que o organismo máximo do futebol nacional não consegue impôr aos nossos...?

DIÁRIO não diário * Zé d'Albufeira

albufeiradiario, 06.01.23

1504189.jpg

06 de janeiro de 2023

Portugal e os portugueses não podem condenar a  comunicação social por demitir membros do governo e denunciar escândalos ocultos.

Devem é congratular-se por ter ao seu serviço uma imprensa independente e democrática, de escrutínio e investigação !

DIÁRIO não diário * Zé d'Albufeira

albufeiradiario, 05.01.23

6069cb4bcd06bbdfb2b869a5d78c036f_N.jpg

05 de janeiro de 2023 - parte II

O dever de lealdade, no caso das nomeações para o governo, deve começar no exato momento em que ocorre o convite. Impondo-se, acto contínuo, que os indigitados assumam com frontalidade a existência de rabos-de-palha desencorajadores da aceitação do cargo proposto.

O que leva as pessoas a agir de forma diversa, sujeitando-se às broncas dos últimos dias?