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Albufeira Sempre

Diário sobre Albufeira.

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Implantação da República

albufeiradiario, 05.10.08

CINCO DE OUTUBRO

ZÉ D'ALBUFEIRA      1830

Hoje é o dia em que Portugal evoca a proclamação da República, em 1910.

Dado que se trata de um tema fracturante para a sociedade portuguesa, como agora se diz, e porque não queremos de modo algum hostilizar os monárquicos (com a República que temos presentemente, bastante tem aumentado o seu número), abstemo-nos de quaisquer considerações de cariz histórico-ideológico.

 

5 comentários

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    Isidério Silva 08.10.2008

    Tem razão Escarpão. Não sou monárquico. Sou republicano e socialista. Mas nada tenho a ver com este PS e este Governo. Aliás, enoja-me verificar, neste cenário de recessão económica internacional, o enorme desejo de ajudar os grandes capitalistas e os seus Bancos e Sociedades financeiras e empresas cotadas na Bolsa - grandes vigaristas investigados pelas polícias e pelos reguladores da actividade financeira, fortunas acumuladas em negociatas ilegais através dos famigerados off-shores - esquecendo as tremendas dificuldades da maioria da população, agravadas dia após dia, sem que os poderes instituídos, quer a nível nacional, quer no plano autárquico, para minorar essas dificuldades. Isto é pior do que no tempo do Salazar! Esse dava corda aos ricos, mas não os deixava alargar muito. Pelo menos, o pão, o leite, os livros escolares e outros bens essenciais estavam ao alcance de todos. E trabalho, também havia para quem queria, efectivamente trabalhar.
    Agora, para além de servir os ricos, fazendo os pobres pagar a crise, o que os preocupa mais são os casamentos de homossexuais... e destruir as Famílias, que são a célula fundamental da Sociedade.
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    Escarpão 08.10.2008

    Sr Isiderio também concordo consigo.
    A questão do "casamento" dos homossexuais é uma questão verdadeiramente fracturante. E na minha opinião uma grande jogada da nossa classe política que assim usam esta questão como uma "cortina de fumo" para desviar as atenções da economia e etc , etc e etc ...
    Acho até que surgindo na altura em que surge prejudica os próprios. A Espanha quando o fez a economia estava pujante.
    A Família está sob um ataque cerrado desde há algum tempo, ficando mais barato "importar" e usar as pessoas. Deixadas depois à mercê sabe-se lá do quê!
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    Torquemada Leigo 09.10.2008

    Será uma jogada da nossa classe política ou um estratagema de panel.s. e ffas. para fazer vingar os desígnios de uma minoria homossexual sobre a esmagadora maioria dos que seguem o curso da Natureza?
    Talvez o sr. primeiro-ministro (e a sua "namorada" Fernanda Câncio) e os seus apaniguados queiram impôr ao País aquilo que a Nação não quer...
    O Supremo Arquitecto do UNIVERSO os fará consumir na fogueira que, em má hora, atearam...
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    Jeremias 18.10.2008


    Bem, também estou de acordo com o Sr. Torquemada leigo, talvez não com termos tão agressivos mas não deixa de ser verdade o que escreveu. Porém, apesar de ver o Torquemada como não eclesiástico como este sempre se pronunciou, isto é, como sendo um leigo na matéria, também não estou a vê-lo a usar avental e a usar expressões como Supremo Arquitecto do Universo e coisas do género. Não será que Torquemada, ao invés do presumível confessor dos reis católicos Isabel e Fernando, será sim alguém que à imagem da personagem histórica, procurava ocultar ser ele próprio descendente de (antigos) marranos, que tomavam outro partido, mas decidido pela força da vontade purificar a sociedade dos efeitos nefastos desses hereges?

    E não era este Torquemada que se tinha prometido ao silêncio? E que voltaria mais tarde com outro nome?

    A mim parece-me que o Sr. Torquemada, apesar de leigo, será alguém crente, profundamente influenciado pelos mandamentos cristãos, com uma sólida formação familiar católica e apologista da (re)instauração de valores, honra e tradição. E consciente que a Fé Cristã move montanhas e que sem ela, muitas pessoas nunca teriam conseguido recuperar a sua saúde e viver com tamanho amor e devoção, quer pela sua família quer pelos outros, como actualmente vivem e sempre o fizeram. Acerte i finalmente!
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