Final da Champions
Grave quebra de soberania

d.r.
ZÉ D'ALBUFEIRA
Enquanto a final da Taça de Portugal, seis dias antes, em Coimbra, não terá espetadores por alegados motivos de salvaguarda da saúde pública e imposição do governo - a final da Champions, que ocorrerá no Porto, a pouca distância da cidade dos estudantes, receberá público nas bancadas, por exigência da UEFA.
Já sabíamos que os organismos que tutelam o futebol europeu e mundial têm, por norma, grande influência sobre os governos dos países, quando se trata de organizar provas internacionais, além do mais, por razões económicas e de mediatização.
Agora que o governo de Portugal se coloque de cócoras ante a confederação europeia para acolher na nossa terra aquilo que os outros, também a braços com a pandemia, não querem nos seus estádios - é, no mínimo lamentável.
E, do meu ponto de vista, execrável!